sábado, 9 de outubro de 2010


E começou a nova época! Boa participação, bons carros, muita competição e o habitual ambiente de camaradagem.
Os resultados foram bons, assim assim ou mauzotes, consoante equipas e expectativas. Mas todos andaram nos limites, e o gozo de gatilhar foi superior a tudo.
Aqui cabe um mea culpa: a discutir a primeira posição com a dupla Rui Leite/Roberto Costa, e quando o meu parceiro, o Alexandre Bianchi, se encontrava em pista, o nosso carro decidiu parar.
Com adversários generosos ao ponto de parar a corrida deles para testar o nosso carro, e a gritarem "É do punho!!", decidi insistir em que o mal era do carro. E não era: um toque de palhetas, e o fusível do CarSteen cumpriu a sua função: fundiu. Stress e teimosia são maus conselheiros, e enquanto me rendia à evidência e tratava de mudar o fusível colapsado, o Rui e o Berto aproveitavam para se afastar de nós, enquanto os terceiros tentavam chegar mais perto.
Mas tudo acabou bem, porque a "resistência" se tornou ainda mais sprint.
GRT, então, em 2º. (para já) na geral, e de "faca nos dentes para a próxima.
No sprint, com todos a voar baixinho, o meu Matra - ou melhor, o motor - sofreu do síndrome do íman deslocado, e passou a andar a passo. Sétimo, e podia ser pior. Segundo o último boletim médico, o íman já está no sítio, e o carrinho já rola nos 6,2/6,3 quando solicitado pelos nossos pilotos de teste.
Balanço: um nível que não pára de melhorar, com os mais recentes entre os recentes (Diogo, Fernando Dias) a confirmarem o muito de que são capazes.

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