quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011



Uma parte da história
Tinha eu prometido a mim próprio que, desta vez, a história da primeira prova de Produção ia ser uma espécie de novela fotográfica.
Ora por preguiça de resolver um problema com as fotos recebidas, disponíveis mesmo só estão as que hoje mostro, com atraso considerável e forte reclamação dos amigos que vão seguindo este bloguesinho.
Então, com a promessa de continuar no próximo episódio a narrativa do que se viveu neste sábado histórico, vamos avante.
As imagens parecem exemplos do culto da personalidade, mas juramos que não: é o que me surge, e o meu computador parece estar a pregar-me partidas pérfidas.
Assim, na segunda surge a equipa GRT, na minha pessoa e sem desprezo para ninguém lá por estar de costas. Tratava-se de dar assistência ao bólido que, com o quantum satis de sorte que convem ter na vida (e, por isso, também nas corridas de slots) me levou a um primeiro lugar na parceria com o Alex Bianchi. E grande foi o mérito do meu parceiro de equipa: começou com brilho, e terminou num sprint emocionante, apesar da forte concorrência e de azares avulsos que nos tocaram.
São essas emoções que tornam o slot tão atractivo. E assim se explica o abraço final, e o sorriso de orelha a orelha que nos ilumina o rosto na primeira foto que hoje publico. Foi disputadíssimo, ganhou-se, mas outros estavam à bica para nos passar, e sabemos que o futuro não vai ser fácil. E é isso mesmo que nos anima, e nos chama para o próximo desafio.
Promete-se mais, em breve e sobre esta prova, e espera-se que este fim-de-semana toda a gente venha treinar e afinar carros. E conviver, claro.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011


Ai o Inverno!

Inverno simpático, neste sábado de sol, corrida animada e a abençoada polémica dos pneus "tipo Flintstone": os nossos queridos UFRA Pink.
É verdade que o nome não entusiasma (remete para o B. Edwards e a sua pantera), e o piso, comparado com outras borrachas, é durinho.
Mas a gente é brava, e anda com tudo: até rodas de madeira. Só que quando entra a estatística ao barulho, alto e pára o baile: nesta prova, não houve metade das avarias da quarta prova. Logo, venerado presidente... estamos na história do frango. Eu não tenho nenhum, mas estatisticamente cabe-me metade. Além da afinação das mãozinhas: não me espanta que cheguemos ao fim do campeonato a roçar as 800 voltas.
Entretanto, e com as boxes a funcionar na maravilha, ficou mais uma vez o empenho de todos, o espírito convivial e jovial e a disputa renhida. Promete.
Para a história (neste caso deve ser com letra pequena), aqui fico eu e o Fernando Dias a discutir a metafísica dos punhos. O tema promete, e ambos estamos a teorizar à grande.
Abençoado mundo do slot, onde abordamos quase tudo... com humor e calor.
Agora, comecem a preparar os carrinhos de Produção: a coisa vai ficar ainda mais rija.