
Tinha eu prometido a mim próprio que, desta vez, a história da primeira prova de Produção ia ser uma espécie de novela fotográfica.
Ora por preguiça de resolver um problema com as fotos recebidas, disponíveis mesmo só estão as que hoje mostro, com atraso considerável e forte reclamação dos amigos que vão seguindo este bloguesinho.
Então, com a promessa de continuar no próximo episódio a narrativa do que se viveu neste sábado histórico, vamos avante.
As imagens parecem exemplos do culto da personalidade, mas juramos que não: é o que me surge, e o meu computador parece estar a pregar-me partidas pérfidas.
Assim, na segunda surge a equipa GRT, na minha pessoa e sem desprezo para ninguém lá por estar de costas. Tratava-se de dar assistência ao bólido que, com o quantum satis de sorte que convem ter na vida (e, por isso, também nas corridas de slots) me levou a um primeiro lugar na parceria com o Alex Bianchi. E grande foi o mérito do meu parceiro de equipa: começou com brilho, e terminou num sprint emocionante, apesar da forte concorrência e de azares avulsos que nos tocaram.
São essas emoções que tornam o slot tão atractivo. E assim se explica o abraço final, e o sorriso de orelha a orelha que nos ilumina o rosto na primeira foto que hoje publico. Foi disputadíssimo, ganhou-se, mas outros estavam à bica para nos passar, e sabemos que o futuro não vai ser fácil. E é isso mesmo que nos anima, e nos chama para o próximo desafio.
Promete-se mais, em breve e sobre esta prova, e espera-se que este fim-de-semana toda a gente venha treinar e afinar carros. E conviver, claro.

