domingo, 6 de março de 2011













Assim, pelo Carnaval
Sem máscaras nem desfile, disputou-se ontem mais uma prova do Campeonato de Clássicos. E apesar de se registarem algumas ausências (mas é Carnaval, ninguém leva a mal !), o grupo de indefectíveis não pára de crescer, e a camaradagem que é patente não deixa de lado a competitividade.
Como o nível de exigência vai também crescendo em paralelo, acho que já nem o chá verde ou aquela bebida dita energética que andava de avião com o senhor Rui Rio nos (me) chega: de modo que vou perguntar ao cardiologista se posso ir para um ginásio, porque a tendência da minha provecta idade é chegar de língua de fora ao termo da competição. De gatas, mas cheio de gozo: é que este slot e este ambiente dão mesmo prazer, e até os "incidentes" de corrida são passíveis de humor, mesmo quando antecedidos de uma ligeira irritação de cada um consigo próprio, quando se falha uma travagem, ou os carrinhos mostram tendência para enveredar pela aventura aeronáutica.
Para registo, mais uma espécie de foto-reportagem. Começando por cima, o Fernando Dias, satisfeito com o "benfiquismo" da minha t-shirt (atenção, benfiquismo, no caso, quer dizer que me fica bem) tenta animar o momento de concentração que o meu ar sério revela.
A imagem dos carros concorrentes desta vez não falha, e se repararem bem, o meu Porsche tem como condutora a Carla Bruni. O Sarkozy não entra, porque com os tacões (as célebres talonettes) não caberia, e porque eu não posso com a personagem. Já a senhora...
Sensação fez o ghost-car do nosso venerado presidente, uma verdadeira asa voadora: note-se que nem as janelinhas para o piloto ver para os lados falham no modelo.
Para a galeria dos concorrentes não ocupar o blog todo, fica aqui uma parte: os outros virão nos "cromos" da próxima corrida. E por último, uma foto das minhas costas, que ostentam o glorioso logo do team, quando estou a inquirir o Presidente sobre questões técnicas, com o Oscar a fazer de conta que não ouve nada.
Querem os resultados? Pois é ir ao sítio do costume, onde o venerado Presidente fará a sua resenha dos factos. Então não é para isso que não lhe pagamos?

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